Ana Lúcia Arraes de Alencar
Ana Arraes adere a Marcha pela Paz e pela Não Violência.
Nascida no Recife no dia 28 de julho é filha do ex-governador Miguel Arraes e de Célia de Souza Leão Arraes de Alencar. Advogada, ela mãe do economista e governador do Estado, Eduardo Campos, e do advogado e escritor, membro da Academia Pernambucana de Letras, Antônio Campos. Ao longo de sua vida, Ana Lúcia participou, ao lado do pai, de diversas lutas políticas, tendo sido eleita, em 2006, deputada federal pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB).
Foi a segunda mulher na história de Pernambuco a conquistar um mandato na Câmara dos Deputados, sendo a primeira a ser eleita para este fim no século XXI. A parlamentar entrou na vida pública com a terceira maior votação do Estado, contabilizando 178 mil votos.
A deputada Ana Arraes tem se destacado pela luta em prol do desenvolvimento econômico de Pernambuco e de melhores condições de vida para a população. É suplente na Comissão de Ciências e Energias e titular da subcomissão de Comunicação. Além disso, é a primeira mulher a participar de uma Comissão de Reforma Tributária, tendo, recentemente, aprovado projeto que retira os impostos cobrados sobre os produtos que compõem a cesta básica. Da mesma forma é a primeira representante do sexo feminino a presidir a Comissão de Defesa do Consumidor.
Tem trabalhado arduamente para viabilizar leis que venham a contribuir para a concretização da justiça social. Neste sentido, apresentou projetos com vistas à universalização da telefonia celular e à implantação do seguro desemprego para os agricultores que só dispõem de trabalho no período da safra, ficando sem condições de sobrevivência durante os meses de entressafra, como é o caso dos canavieiros. Ana Arraes também tem focado suas atividades na defesa dos direitos das mulheres, na melhoria das condições de saúde da população, viabilizando recursos para a construção do Hospital Miguel Arraes, em Paulista, Pernambuco.
Pernambuco – Prefeito e Governador recebem Comissão da Marcha Mundial
Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009
Fernando Silva
Encontro aconteceu no Palácio do Campo das Princesas
O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e o prefeito do Recife, João da Costa, receberam, na tarde desta quarta-feira (16), uma comissão de representantes da Marcha Mundial pela Paz e Não Violência, evento que percorre o mundo defendendo propostas como o desarmamento nuclear mundial, a retirada de tropas invasoras de países ocupados e a assinatura de acordos de não violência. A audiência com os ativistas do movimento, realizada no Palácio dos Campos das Princesas, precedeu o início da marcha, que saiu da Praça da República, percorrendo as vias da capital até a Praça do Arsenal.
De acordo com o prefeito João da Costa, a marcha pela paz tem os mesmos pressupostos que a administração da Cidade, principalmente o foco nas mudanças econômicas e sociais na construção de um país com menos desigualdade e mais justiça. “A marcha ajuda a construir um processo de cultura de paz, um ideário que é fundamental no dia-a-dia e no desenvolvimento de políticas públicas de direitos humanos que vêm sendo implementadas na cidade e no estado”, afirmou o gestor parabenizando a iniciativa do movimento, ressaltando que comunga de um dos objetivos da marcha que é a edificação de uma sociedade latino-americana sem fronteiras.
“Para nós é uma alegria recebê-los e dizer que aqui vocês encontram um país que dialoga com todos os conjuntos de princípios e valores de idéias que estão contidos no objetivo da marcha. (…) Nossos governos dialogam com a prática dos direitos humanos, deixando um legado para as novas gerações de uma cultura da paz”, informou o governador Eduardo Campos, citando ações como o Pacto pela Vida, que em parceria com a Prefeitura do Recife, trabalha com a experiência de resgate da cidadania em comunidades da Cidade.
No encontro com o governador e o prefeito, os participantes internacionais da iniciativa destacaram a importância de Pernambuco ser o primeiro estado brasileiro que recebeu a marcha, “por toda a sua história de resistência e o seu legado”, afirmou a porta-voz da organização no estado, Cristiane Prudenciano. Para a ativista chilena da marcha, Magaly Navarrete, uma importante função da maratona pelos países do mundo é dar voz às pessoas que não têm vez, e, segundo ela, as autoridades do Estado e do Município, como representantes dessa população, devem contribuir para promover um mundo melhor.
Também participaram do encontro no Palácio, os secretários municipais Roberto Arrais (Governo), Amparo Araújo (Direitos Humanos e Segurança Cidadã) e Karla Menezes (Assistência Social), além do assessor executivo da Secretaria Estadual de Direitos Humanos, Rodrigo Pelegrino.
A iniciativa da marcha é do Mundo sem Guerras, uma organização internacional impulsionada pelo Movimento Humanista, que trabalha há 15 anos no campo do pacifismo e da não-violência. O trajeto começou no ultimo dia dois de outubro, na Nova Zelândia, e prossegue até o próximo dia dois de janeiro, na Cordilheira dos Andes, na Argentina. A Prefeitura do Recife, por meio da secretaria de Direitos Humanos e Fundação de Cultura Cidade do Recife deu apoio à realização da macha pelas ruas da capital.
Fonte: Prefeitura de Recife
Marcha Mundial pela Paz chega ao estado Movimento internacional
Na próxima quarta-feira haverá caminhada em Olinda e programação cultural no Recife contra a violência
Movimento começou em novembro passado na Nova Zelândia e, até janeiro, percorrerá mais de 100 países. Foto: Pressenza IPA/Divulgação
A mobilização, que começou na Nova Zelândia em novembro e será finalizada em janeiro, na Cordilheira dos Andes, vai começar sua passagem pelo Brasil em terras pernambucanas. Os organizadores escolheram o Recife em função dos altos índices de violência registrados. Diversas ações estão programadas para a data. Entre elas, uma caminhada que sairá da Praça do Carmo, em Olinda, e terminará na prefeitura, às 10h. À tarde, integrantes do movimento irão se reunir com o governador Eduardo Campos, no Palácio. Após o encontro, haverá uma programação cultural na Praça do Arsenal da Marinha, a partir das 18h.
A marcha vai percorrer mais de 100 países, 300 cidades, até janeiro. Em todos os locais, os participantes têm procurado desenvolver eventos para conscientizar as pessoas a desenvolverem atitudes pacíficas. Entre as principais propostas do movimento estão o desarmamento nuclear mundial, a retirada imediata de tropas em territórios ocupados pelo mundo, a redução progressiva e proporcional dos armamentos convencionais, assinaturas de tratados de não-agressão entre países e a rejeição a todo tipo de violência.
“Queremos chamar a atenção das pessoas que algum dia sonharam com um mundo melhor para retomar essa luta”, resumiu Pablo Gonzalez, um dos integrantes do movimento humanista, ao explicar a intenção do movimento ao passar por cada uma das cidades. Ele já desenvolve um trabalho de conscientização pela cultura da paz no Recife desde 2008 em comunidades. O movimento conta com representantes de várias partes do mundo. Antes de chegar ao Brasil, a última parada foi o Panamá.
Depois de Pernambuco, a marcha seguirá para Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul. Quando chegar a Porto Alegre, o grupo se dividirá. Parte irá para a Argentina e o restante para o Paraguai. De lá, todos vão se encontrar no dia 2 de janeiro, na Cordilheira dos Andes, onde são esperadas mais de 20 mil pessoas. “Quando chegarmos lá, vamos discutir as ações que serão realizadas ao longo dos próximos anos em todo o mundo em busca da paz”, disse Pablo Gonzalez.
Fonte: Vida Urbana – Diário de Pernambuco
Comitê pernambucano da MM já pensa no dia 02/10
agosto 14, 2009 por Renata Lea
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No Recife, a Marcha Mundial Pela Paz e Não violência está em ritmo acelerado. Nas últimas semanas, adesões de porte, como a do governados de Pernambuco, Eduardo Campos, geraram uma movimentação surpreendente e adiantaram os planos da programação do próximo dia 02 de outubro na capital pernambucana. Enquanto os primeiros passos do percurso da MM estiverem em curo na Nova Zelândia, Recife estará fazendo sua parte com uma rica programação dividida em três partes.
Pela manhã, o ponto de encontro será no Marco Zero, uma área de shows da cidade. Lá, acontecerão várias atividades culturais, com a presença de escolas públicas, Secretaria de Desenvolvimento Social, Secretarias da Educação (estadual e municipal), Secretaria de Direitos Humanos. A Fundarte e a Prefeitura do Recife darão apoio logístico ao evento.
À tarde, as atividades ganharão um novo palco, a UFPE (Universidade Federal de Pernambuco). Em parceria com a Reitoria de Pós Graduação e Comissão de Direitos Humanos, o comitê pernambucano da Marcha Mundial realizará o painel “Revolução Não-Violenta: Uma abordagem pessoal e social”, onde serão abordados temas transversais como intolerância religiosa, violência nas escolas, violência na saúde, violência doméstica, violência e preconceito contra travestis e homossexuais, preconceito contra pessoas que vivem com HIV. Além da UFPE, essa atividade deve contar com o apoio da Prefeitura, Secretaria de Desenvolvimento Social, Secretaria Estadual de Direitos Humanos e Assessoria de Imprensa do Governo e Prefeitura.
Por volta das 19h, o Marco Zero volta a ser o palco das atividades da Marcha. Dessa vez, com shows de bandas locais que fecharão a noite com chave de ouro e muita energia positiva para o pessoal que, no mesmo dia, sairá da Nova Zelândia abrindo o percurso da Marcha Mundial Pela Paz e Não Violência.
Governador de Pernambuco adere à Marcha Mundial
agosto 11, 2009 por Renata Lea
na Categoria Notícias
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Em meio às atividades do dia 06 de agosto, a Marcha Mundial Pela Paz e Não Violência conquistou mais uma importante adesão no Brasil. Eduardo Campos, governador de Pernambuco, um dos principais estados do nordeste, manifestou seu apoio à maior mobilização internacional em nome da paz e da não violência.
O estado de Pernambuco tem altos índices de violência, por isso o apoio do governo estadual é um aceno de esperança com gosto especial para os membros do comitê local, que tanto têm se empenhado nas atividades da MM. Todos estão de parabéns, especialmente Luciana Souza Leão, Micheline Batista e Fernanda Mendes, que estão sempre a postos, junto com a porta voz do comitê de Pernambuco, Cristiane Prudenciano.
No dia 06, durante o coquetel do Seminário Pernambucano de Educação em Direitos Humanos, uma das atividades do dia de homenagens a Hiroshima, o governador se dirigiu a Cristiane e Fernanda dizendo que seu depoimento de adesão já estava sendo agendado. Dá até para imaginar a alegria das duas!








