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Heloísa Buarque de Hollanda

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buarque_de_hollanda_heloisaNascida no Rio de Janeiro, 26 de julho de 1939 é uma ensaísta, escritora, editora, crítica literária e pesquisadora brasileira. É também Professora Titular de Teoria Crítica da Cultura da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, coordenadora do Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC/UFRJ) e da Biblioteca Virtual de Estudos Culturais (Prossiga/CNPq) e diretora da Aeroplano Editora Consultoria Ltda. Foi também Diretora da Editora da UFRJ e do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro.

Site Oficial de Heloísa Buarque de Hollanda

Por: Cantautores da Não Violência
Moisés
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Ignácio de Loyola Brandão

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Natural de Araraquara, (31 de julho de 1936) é um contista, romancista, jornalista conferencista, repórter, crítico de cinema, entrevistador, editor de “Planeta”entre 1972 e 1976. Em 1982 deixa o jornalismo para se dedicar integralmente à literatura. Em 1990 volta ao jornalismo como diretor de redação da revista Vogue. Passando a escrever crônicas para o jornal Folha da Tarde.

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Foto de divulgação
Por: Moises – Cantautores

Desde pequeno, Loyola sonhava conquistar o mundo com sua literatura; se não, pelo menos voltar vitorioso para sua cidade natal. Sua carreira começou em 1965 com o lançamento de Depois do Sol, livro de contos no qual o autor já se mostrava um observador curioso da vida na cidade grande, bem como de seus personagens.

Seu primeiro romance “Bebel que a cidade comeu” adaptado para o cinema recebe o Prêmio Governador do Estado de São Paulo de “Melhor Roteiro Cinematográfico”. O seu conto “Pega ele, Silêncio” é publicado em “Os melhores contos do Brasil”. Baseado em seu conto “Ascensão ao mundo de Annuska”, publicado em “Depois do sol”, Francisco Ramalho filma “Anuska, manequim e mulher”, em 1969.

Em julho de 1976 “Zero” recebe o prêmio de “Melhor Ficção”, concedido pela Fundação Cultural do Distrito Federal. Em novembro o livro é censurado pelo Ministério da Justiça e sua venda é proibida, depois inspira espetáculo de dança. Dono de um “realismo feroz”, segundo Antonio Candido, seu romance Zero foi publicado inicialmente em tradução italiana. Quando saiu no Brasil, em 1975, foi proibido pela censura, que só o liberou em 1979.

Recebe o Prêmio Jabuti de “Melhor Livro de Contos”, em 2000, por “O homem que odiava a segunda-feira”.

Suas obras ja foram traduzidas para o alemão, o coreano, o espanhol: o húngaro, oinglês e o italiano.

Em 2008, o romance O Menino que Vendia Palavras, publicado pela editora Objetiva, ganhou o Prêmio Jabuti de melhor livro de ficção do ano.

Escreve crônicas semanais para a Folha da Tarde e atualmente para O Estado de São Paulo.

Ana Lúcia Arraes de Alencar

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Ana Arraes adere a Marcha pela Paz e pela Não Violência.

Nascida no Recife no dia 28 de julho é filha do ex-governador Miguel Arraes e de Célia de Souza Leão Arraes de Alencar. Advogada, ela mãe do economista e governador do Estado, Eduardo Campos, e do advogado e escritor, membro da Academia Pernambucana de Letras, Antônio Campos. Ao longo de sua vida, Ana Lúcia participou, ao lado do pai, de diversas lutas políticas, tendo sido eleita, em 2006, deputada federal pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB).

Foi a segunda mulher na história de Pernambuco a conquistar um mandato na Câmara dos Deputados, sendo a primeira a ser eleita para este fim no século XXI. A parlamentar entrou na vida pública com a terceira maior votação do Estado, contabilizando 178 mil votos.

A deputada Ana Arraes tem se destacado pela luta em prol do desenvolvimento econômico de Pernambuco e de melhores condições de vida para a população. É suplente na Comissão de Ciências e Energias e titular da subcomissão de Comunicação. Além disso, é a primeira mulher a participar de uma Comissão de Reforma Tributária, tendo, recentemente, aprovado projeto que retira os impostos cobrados sobre os produtos que compõem a cesta básica. Da mesma forma é a primeira representante do sexo feminino a presidir a Comissão de Defesa do Consumidor.

Tem trabalhado arduamente para viabilizar leis que venham a contribuir para a concretização da justiça social. Neste sentido, apresentou projetos com vistas à universalização da telefonia celular e à implantação do seguro desemprego para os agricultores que só dispõem de trabalho no período da safra, ficando sem condições de sobrevivência durante os meses de entressafra, como é o caso dos canavieiros. Ana Arraes também tem focado suas atividades na defesa dos direitos das mulheres, na melhoria das condições de saúde da população, viabilizando recursos para a construção do Hospital Miguel Arraes, em Paulista, Pernambuco.

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João Eudes

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Diretor Obra Social Criança feliz – Comunidade Heliópolis

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Luciano Celestino da Silva

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Vice-presidente da AOS — Associação Organizadora e Social Cidade do Sol de Heliópolis

AOS foi fundado no ano de 2001 no bairro Cidade Nova Heliópolis. Atuamos sem fins lucratrivos na defesa e preservação dos direitos dos cidadãos em geral. A AOS conta com un grupo de colaboradores que tem único objetivo proporcionar as pessoas melhoria da qualidade de vida, através de ferramentas legais, métodos medicinais alternativos, promoção da cultura, esporte e lazer.

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